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	<title>Comentários sobre: câmara dos deputados duvida da segurança das urnas eletrônicas</title>
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	<description>Silvio Meira</description>
	<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 20:57:45 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Carlos Augusto C de Lima</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/05/camara-dos-deputados-duvida-da-seguranca-das-urnas/#comment-1600</link>
		<dc:creator>Carlos Augusto C de Lima</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 05:13:15 +0000</pubDate>
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		<description>Caros leitores  e Silvio Meira,
Concordo com todos aqueles que externaram suas desconfianças quanto a segurança da urna eletrônica "brasileira".
O acréscimo que faço, no que já foi colocado, é que sendo a urna fraudável, o estrago que ela pode fazer é absurdamente superior ao processo antigo de "cédulas de papel e urnas de lona". No caso eletrônico, para uma fraude de alcance nacional, em qualquer tipo de eleição, municipal ou não, é requerido um número muito pequeno de agentes humanos, entre políticos e técnicos sem escrúpuilos. Mais grave. Para garantir sigilo máximo, pode-se adotar a coação ou a pura eliminação de agentes "que sabem demais". Com um sistema tão fechado no circuito intestino TSE/TRE's, a fraude tem campo fértil. O nosso sistema, ufanistamente brasileiro, eletrônico é tão ou mais vulnerável que as máquinas do video póquer. Estas últimas podem ser "ajustadas" para adequar a "sorte" dos incautos, melhorando ou piorando o percentual de ganhos/perdas. Na urna, programas infiltrados podem manipular os votos, "gerando" resultados "esperados" (pesquisas de opinião cantam os resultados antes). que serão experssos nos BU's. Perdedor de eleição, mesmo por um único voto, não tem direito a recontagem e sua reclamação será "choro de perdedor". No caso "cédulas de papel e urnas de lona" a fraude requer, pelo menos, dois agentes humanos em cada seção e muitos outros no controle geral, assim, mais sujeito a denunciantes qualificados. Outrossim, é naturalmente viável a fiscalização e a recontágem por humanos. Claro que aceito e quero uma urna higttech, contudo, que mereça a nossa máxima confiança. A nossa urna pode superar muitas deficiências em confiabilidade e segurança bastando introduzir o voto impresso, conferível e validado pelo eleitor, mantido em runa especial para validação aleatória de BU's, contudo sem que o eleitor possa ficar com qualquer cópia de sua cédula de votação (garantir sigilo e impedir "venda do voto"). Armazenado o voto impresso, ficará viabilizada a recontagem, direito legal e sagrado dos perdedores por curta margem.
Saudações democráticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros leitores  e Silvio Meira,<br />
Concordo com todos aqueles que externaram suas desconfianças quanto a segurança da urna eletrônica &#8220;brasileira&#8221;.<br />
O acréscimo que faço, no que já foi colocado, é que sendo a urna fraudável, o estrago que ela pode fazer é absurdamente superior ao processo antigo de &#8220;cédulas de papel e urnas de lona&#8221;. No caso eletrônico, para uma fraude de alcance nacional, em qualquer tipo de eleição, municipal ou não, é requerido um número muito pequeno de agentes humanos, entre políticos e técnicos sem escrúpuilos. Mais grave. Para garantir sigilo máximo, pode-se adotar a coação ou a pura eliminação de agentes &#8220;que sabem demais&#8221;. Com um sistema tão fechado no circuito intestino TSE/TRE&#8217;s, a fraude tem campo fértil. O nosso sistema, ufanistamente brasileiro, eletrônico é tão ou mais vulnerável que as máquinas do video póquer. Estas últimas podem ser &#8220;ajustadas&#8221; para adequar a &#8220;sorte&#8221; dos incautos, melhorando ou piorando o percentual de ganhos/perdas. Na urna, programas infiltrados podem manipular os votos, &#8220;gerando&#8221; resultados &#8220;esperados&#8221; (pesquisas de opinião cantam os resultados antes). que serão experssos nos BU&#8217;s. Perdedor de eleição, mesmo por um único voto, não tem direito a recontagem e sua reclamação será &#8220;choro de perdedor&#8221;. No caso &#8220;cédulas de papel e urnas de lona&#8221; a fraude requer, pelo menos, dois agentes humanos em cada seção e muitos outros no controle geral, assim, mais sujeito a denunciantes qualificados. Outrossim, é naturalmente viável a fiscalização e a recontágem por humanos. Claro que aceito e quero uma urna higttech, contudo, que mereça a nossa máxima confiança. A nossa urna pode superar muitas deficiências em confiabilidade e segurança bastando introduzir o voto impresso, conferível e validado pelo eleitor, mantido em runa especial para validação aleatória de BU&#8217;s, contudo sem que o eleitor possa ficar com qualquer cópia de sua cédula de votação (garantir sigilo e impedir &#8220;venda do voto&#8221;). Armazenado o voto impresso, ficará viabilizada a recontagem, direito legal e sagrado dos perdedores por curta margem.<br />
Saudações democráticas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Denis Belo</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/05/camara-dos-deputados-duvida-da-seguranca-das-urnas/#comment-1076</link>
		<dc:creator>Denis Belo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 14:13:18 +0000</pubDate>
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		<description>qualquer pessoa que conhece o minimo de computação sabe que nada relacionado a informatica é 100%. se os hackers conseguem burlar a ATIVAÇÃO DO WINDOWS, que é fabricado pela gigante dos softwares, que detem toda uma tecnologia de ponta, imagina o que nao fariam com o simples software da urna eletronica?
como o amigo postou aqui, em programação é possivel fazer 2 +2 = 5 ou qualquer outro valor que o programador deseje.
Acreditar em software 100% seguro é a mesma coisa que acreditar em papai noel ou coelhinho da pascoa, hoje em dia nem criança acredita mais...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>qualquer pessoa que conhece o minimo de computação sabe que nada relacionado a informatica é 100%. se os hackers conseguem burlar a ATIVAÇÃO DO WINDOWS, que é fabricado pela gigante dos softwares, que detem toda uma tecnologia de ponta, imagina o que nao fariam com o simples software da urna eletronica?<br />
como o amigo postou aqui, em programação é possivel fazer 2 +2 = 5 ou qualquer outro valor que o programador deseje.<br />
Acreditar em software 100% seguro é a mesma coisa que acreditar em papai noel ou coelhinho da pascoa, hoje em dia nem criança acredita mais&#8230;</p>
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	</item>
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		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/05/camara-dos-deputados-duvida-da-seguranca-das-urnas/#comment-1070</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:52:57 +0000</pubDate>
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		<description>TSE - Tribunal Superior Eleitoral ou TRIBUNAL DA SABOTAGEM ELEITORAL???</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>TSE - Tribunal Superior Eleitoral ou TRIBUNAL DA SABOTAGEM ELEITORAL???</p>
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	</item>
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		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/05/camara-dos-deputados-duvida-da-seguranca-das-urnas/#comment-1068</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:47:43 +0000</pubDate>
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		<description>Eu acredito na segurança na urna eletronica com a mesma intensidade que acredito no Papai Noel e no Coelho da Páscoa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acredito na segurança na urna eletronica com a mesma intensidade que acredito no Papai Noel e no Coelho da Páscoa.</p>
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		<title>Por: Raphael</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/05/camara-dos-deputados-duvida-da-seguranca-das-urnas/#comment-1052</link>
		<dc:creator>Raphael</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:16:21 +0000</pubDate>
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		<description>Eu ficaria mais tranqüilo se:   a identificação do eleitor não ficasse armazenada no mesmo equipamento em que fica armazenado o seu voto, e  ao votar deveríamos ter o voto impresso, sem identificação, como nas cédulas antigas, para a conferência do eleitor e para posterior recontagem de votos, em caso de suspeita de fraude. Obviamente o eleitor não poderia manusear a cédula após impressa. Deixo uma dúvida no ar:  Porque paises tecnologicamente mais avançados não usam urna eletrônica??  Sabemos de ataques de hackers em computadores super protegidos, porque o TSE tem tanta certeza que a urna não pode ser violada??? - O debate é importante, não devemos jamais deixar de debater assuntos importantes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu ficaria mais tranqüilo se:   a identificação do eleitor não ficasse armazenada no mesmo equipamento em que fica armazenado o seu voto, e  ao votar deveríamos ter o voto impresso, sem identificação, como nas cédulas antigas, para a conferência do eleitor e para posterior recontagem de votos, em caso de suspeita de fraude. Obviamente o eleitor não poderia manusear a cédula após impressa. Deixo uma dúvida no ar:  Porque paises tecnologicamente mais avançados não usam urna eletrônica??  Sabemos de ataques de hackers em computadores super protegidos, porque o TSE tem tanta certeza que a urna não pode ser violada??? - O debate é importante, não devemos jamais deixar de debater assuntos importantes.</p>
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	<item>
		<title>Por: Chrsitiano Ribeiro</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/05/camara-dos-deputados-duvida-da-seguranca-das-urnas/#comment-1050</link>
		<dc:creator>Chrsitiano Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:15:57 +0000</pubDate>
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		<description>A urna eletrônica é contestada nos EUA (ver http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/10/041012_floridaproblemasrg.shtml) e em outros lugares. No caso das nossas eleições, há uma deficiência estrutural muito grave: votos com os dois primeiros dígitos são computados para a legenda, sem identificação do restante dos dígitos. Isso, numa eleição para o legislativo, é fatal, pois não permite buscar a real intenção de voto: por exemplo, quando se troca a ordem dos últimos números e a seqüência não se relaciona com nenhum outro candidato, senão aquele,  e o voto cai para o partido, ao invés de lhe ser computado. Afora questões envolvendo fraude eletrônica, que são inteiramente factíveis! Com o devido respeito, erra muito quem pretende transformar a urna eletrônica num dogma de infalibilidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A urna eletrônica é contestada nos EUA (ver <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/10/041012_floridaproblemasrg.shtml" rel="nofollow">http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/10/041012_floridaproblemasrg.shtml</a>) e em outros lugares. No caso das nossas eleições, há uma deficiência estrutural muito grave: votos com os dois primeiros dígitos são computados para a legenda, sem identificação do restante dos dígitos. Isso, numa eleição para o legislativo, é fatal, pois não permite buscar a real intenção de voto: por exemplo, quando se troca a ordem dos últimos números e a seqüência não se relaciona com nenhum outro candidato, senão aquele,  e o voto cai para o partido, ao invés de lhe ser computado. Afora questões envolvendo fraude eletrônica, que são inteiramente factíveis! Com o devido respeito, erra muito quem pretende transformar a urna eletrônica num dogma de infalibilidade.</p>
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		<title>Por: Chrsitiano Ribeiro</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/05/camara-dos-deputados-duvida-da-seguranca-das-urnas/#comment-1047</link>
		<dc:creator>Chrsitiano Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:14:30 +0000</pubDate>
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		<description>A urna eletrônica é contestada nos EUA (ver http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/10/041012_floridaproblemasrg.shtml) e em outros lugares. No caso das nossas eleições, há uma deficiência estrutural muito grave: votos com os dois primeiros dígitos são computados para a legenda, sem identificação do restante dos dígitos. Isso, numa eleição para o legislativo, é fatal, pois não permite buscar a real intenção de voto: por exemplo, quando se troca a ordem dos últimos números e a seqüência não se relaciona com nenhum outro candidato, senão aquele,  e o voto cai para o partido, ao invés de lhe ser computado. Afora questões envolvendo fraude eletrônica, que são inteiramente factível! Com o devido respeito, erra muito quem pretende transformar a urna eletrônica num dogma de infalibilidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A urna eletrônica é contestada nos EUA (ver <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/10/041012_floridaproblemasrg.shtml" rel="nofollow">http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2004/10/041012_floridaproblemasrg.shtml</a>) e em outros lugares. No caso das nossas eleições, há uma deficiência estrutural muito grave: votos com os dois primeiros dígitos são computados para a legenda, sem identificação do restante dos dígitos. Isso, numa eleição para o legislativo, é fatal, pois não permite buscar a real intenção de voto: por exemplo, quando se troca a ordem dos últimos números e a seqüência não se relaciona com nenhum outro candidato, senão aquele,  e o voto cai para o partido, ao invés de lhe ser computado. Afora questões envolvendo fraude eletrônica, que são inteiramente factível! Com o devido respeito, erra muito quem pretende transformar a urna eletrônica num dogma de infalibilidade.</p>
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