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	<title>Comentários sobre: eleições: maior problema é a concentração de poderes</title>
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	<description>Silvio Meira</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 23:36:33 +0000</pubDate>
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		<title>Por: daniel</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1786</link>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 21:43:30 +0000</pubDate>
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		<description>isso nao e o q eu quero voces sao filhos da puta</description>
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		<title>Por: marcos</title>
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		<dc:creator>marcos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 19:19:34 +0000</pubDate>
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		<description>Qualquer um que tenha o minimo de conhecimento de informatica, sabe que nao se pode usar um diskete em urna eletronica, onde pode-se utiliza-lo p dar boot na maquina..So nao fazem algo realmente seguro pq n querem!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer um que tenha o minimo de conhecimento de informatica, sabe que nao se pode usar um diskete em urna eletronica, onde pode-se utiliza-lo p dar boot na maquina..So nao fazem algo realmente seguro pq n querem!!!!</p>
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		<title>Por: Amilcar Brunazo Filho</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1233</link>
		<dc:creator>Amilcar Brunazo Filho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 02:33:19 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Antônio,
Escondido no anonimato é fácil agredir quem se apresenta de peito aberto. Em seus comentários sempre dirige seus argumentos contra a minha pessoa. 

Eu digo (na terceira parte de entrevista) que o administrador eleitoral acumula poderes, o que resulta em abuso e obscurantismo no processo eleitoral. Você responde que eu não conheço a eleição de 1996. Conheço sim, Sr. Antônio. Melhor que o Sr., explico adiante.

Eu digo (na segunda parte) que existem vulnerabilidades que podem ser exploradas por fraudadores. Você diz que eu quero apenas jogar o nome de outros na lama e que não apresento provas.

Eu digo (na primeira parte) que há mais de dois anos solicitei, junto com os técnicos de outros partidos, permissão do TSE para apresentar as provas formal e oficialmente (em testes de penetração), e que o TSE e os demais que lhe enganam se omitem e só fogem da questão. Como você também se omite.

Nas eleições de 2006 os votos eram impressos mas não eram mostrados para conferência e confirmação do eleitor. Não eram o que, no meio acadêmico no exterior, chamam de VVPAT (Voter Verifiable Print Audit Trail) ou, como traduzi, Voto Impresso Conferido Pelo Eleitor.

Sem serem vistos pelo eleitor antes de serem apurados, não tinham nenhuma serventia para efeito de recontagem ou conferência da apuração, uma vez que um programa fraudulento que desviasse votos poderia imprimir votos falsos e o eleitor não tinha como conferí-los. Um fiscal que pedisse sua recontagem estaria assinando um atestado de idiota.

Desde 1999 tenho textos aprovados nos principais congressos acadêmicos do Brasil (ITA, SBC, WSEG, etc.) e sempre falei sobre isso. Você tem algum artigo seu aprovado em congressos de tecnologia categorizados explicando como poderia ser feita uma auditoria de votos que o eleitor não viu?
Tenho certeza que não. 

Este seu comentário mostra que você me critica sem nunca ter lido o que escrevo desde 1999. Também revela que é você quem não conhecia a eleição de 1996.

Mas, Sr. Antônio, o mais importante é que criticas à minha pessoa não tem a capacidade de alterar os fatos que denuncio. A cor da minha pele, a religião que pratico, minhas preferências sexuais e meus interesses econômicos, por mais condenáveis que forem, não alteram o fato de que:

1) No Brasil não existe tri-partição de poderes no processo eleitoral;
2) Que isto resulta em obscurantismo e em autoritarismo (e no puxa-saquismo de praxe);  
3) Que o TSE se recusa a permitir testes de ataques abertos nas urnas eletrônicas;
4) Que contratou (eu até indiquei o nº do contrato) a FACTI e o CenPRA para fazerem testes secretos;
5) que o teste revelou falhas de segurança insanáveis nas urnas eletrônicas;
6) Que eles mantém secreto o relatório para continuar iludindo os seus fiéis do Santo Baite;

Você, Sr. Antônio, que se pretende tão bem informado, tem conhecimento do conteúdo destes relatórios da empresa FACTI?
Sabe me explicar porque as urnas brasileiras foram rejeitadas em TODOS, eu disse TODOS, os países que vieram estudá-la?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Antônio,<br />
Escondido no anonimato é fácil agredir quem se apresenta de peito aberto. Em seus comentários sempre dirige seus argumentos contra a minha pessoa. </p>
<p>Eu digo (na terceira parte de entrevista) que o administrador eleitoral acumula poderes, o que resulta em abuso e obscurantismo no processo eleitoral. Você responde que eu não conheço a eleição de 1996. Conheço sim, Sr. Antônio. Melhor que o Sr., explico adiante.</p>
<p>Eu digo (na segunda parte) que existem vulnerabilidades que podem ser exploradas por fraudadores. Você diz que eu quero apenas jogar o nome de outros na lama e que não apresento provas.</p>
<p>Eu digo (na primeira parte) que há mais de dois anos solicitei, junto com os técnicos de outros partidos, permissão do TSE para apresentar as provas formal e oficialmente (em testes de penetração), e que o TSE e os demais que lhe enganam se omitem e só fogem da questão. Como você também se omite.</p>
<p>Nas eleições de 2006 os votos eram impressos mas não eram mostrados para conferência e confirmação do eleitor. Não eram o que, no meio acadêmico no exterior, chamam de VVPAT (Voter Verifiable Print Audit Trail) ou, como traduzi, Voto Impresso Conferido Pelo Eleitor.</p>
<p>Sem serem vistos pelo eleitor antes de serem apurados, não tinham nenhuma serventia para efeito de recontagem ou conferência da apuração, uma vez que um programa fraudulento que desviasse votos poderia imprimir votos falsos e o eleitor não tinha como conferí-los. Um fiscal que pedisse sua recontagem estaria assinando um atestado de idiota.</p>
<p>Desde 1999 tenho textos aprovados nos principais congressos acadêmicos do Brasil (ITA, SBC, WSEG, etc.) e sempre falei sobre isso. Você tem algum artigo seu aprovado em congressos de tecnologia categorizados explicando como poderia ser feita uma auditoria de votos que o eleitor não viu?<br />
Tenho certeza que não. </p>
<p>Este seu comentário mostra que você me critica sem nunca ter lido o que escrevo desde 1999. Também revela que é você quem não conhecia a eleição de 1996.</p>
<p>Mas, Sr. Antônio, o mais importante é que criticas à minha pessoa não tem a capacidade de alterar os fatos que denuncio. A cor da minha pele, a religião que pratico, minhas preferências sexuais e meus interesses econômicos, por mais condenáveis que forem, não alteram o fato de que:</p>
<p>1) No Brasil não existe tri-partição de poderes no processo eleitoral;<br />
2) Que isto resulta em obscurantismo e em autoritarismo (e no puxa-saquismo de praxe);<br />
3) Que o TSE se recusa a permitir testes de ataques abertos nas urnas eletrônicas;<br />
4) Que contratou (eu até indiquei o nº do contrato) a FACTI e o CenPRA para fazerem testes secretos;<br />
5) que o teste revelou falhas de segurança insanáveis nas urnas eletrônicas;<br />
6) Que eles mantém secreto o relatório para continuar iludindo os seus fiéis do Santo Baite;</p>
<p>Você, Sr. Antônio, que se pretende tão bem informado, tem conhecimento do conteúdo destes relatórios da empresa FACTI?<br />
Sabe me explicar porque as urnas brasileiras foram rejeitadas em TODOS, eu disse TODOS, os países que vieram estudá-la?</p>
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		<title>Por: Nenhuma novidade</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1232</link>
		<dc:creator>Nenhuma novidade</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 01:34:34 +0000</pubDate>
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		<description>Até agora tudo o que eu consegui ler sobre fraudes em eleições eletrônicas resumiu-se ou à repetição de fraudes que já aconteciam na eleição convencional em papel ou questões onde você fecha uma porta e abre uma janela.
O problema não parece ser com o meio, mas com o processo como um todo. E isso todo mundo sabe que precisa mudar.
Eleitores-fantasma, votos de eleitores faltosos, troca de votos, adulteração na contagem, tudo isso já era possível antes e continua possível hoje.
O título de eleitor é um dos documentos mais (com perdão da palavra) vagabundos que existem no país. Não tem foto, se tira em qualquer cartório e com tantos Josés da Silva homônimos por aí é simplesmente impossível controlar duplicações.
Creio que um passo mais eficaz na direção de uma solução definitiva seria a unificação de todos os documentos.
Um único cartão que fosse simplesmente um identificador único e armazenasse informações atualizadas sobre tudo da vida da pessoa.
Informações médicas, biométricas (foto, digital, assinatura, senha), permissões (carteira de motorista, porte de arma, direitos especiais), tudo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até agora tudo o que eu consegui ler sobre fraudes em eleições eletrônicas resumiu-se ou à repetição de fraudes que já aconteciam na eleição convencional em papel ou questões onde você fecha uma porta e abre uma janela.<br />
O problema não parece ser com o meio, mas com o processo como um todo. E isso todo mundo sabe que precisa mudar.<br />
Eleitores-fantasma, votos de eleitores faltosos, troca de votos, adulteração na contagem, tudo isso já era possível antes e continua possível hoje.<br />
O título de eleitor é um dos documentos mais (com perdão da palavra) vagabundos que existem no país. Não tem foto, se tira em qualquer cartório e com tantos Josés da Silva homônimos por aí é simplesmente impossível controlar duplicações.<br />
Creio que um passo mais eficaz na direção de uma solução definitiva seria a unificação de todos os documentos.<br />
Um único cartão que fosse simplesmente um identificador único e armazenasse informações atualizadas sobre tudo da vida da pessoa.<br />
Informações médicas, biométricas (foto, digital, assinatura, senha), permissões (carteira de motorista, porte de arma, direitos especiais), tudo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leamartine Pinheiro de Souza</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1231</link>
		<dc:creator>Leamartine Pinheiro de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 01:12:05 +0000</pubDate>
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		<description>Comentário por Antonio — 10.09.08 @ 20:29 

Defendemos que a contagem das Cédulas Eleitorais em meio físico seja feita em 2 ou 3% das Urnas que ~serão sorteadas após o encerramento da Coleta de Votos e depois da Emissão dos Boletins de Urna e, havendo diferença entre o número de votos de cada candidato e o total de votos no Boletim de Urna, outras 2 (duas) urnas teriam suas Cédulas também contadas e, de uma forma exponencial, havendo diferenças, todas as urnas daquela Zona Eleitoral teriam os seus votos contados.

O pedido de recontagem pelos Partidos Políticos ou seus Candidatos, seria feito em casos específicos em que as estatísticas ou os fiscais ou delegados apresentassem impugnações embasadas em irregularidades previstas no Código Eleitoral.

Portanto, seu questionamento não procede, já que o TSE não efetuou o referido sorteio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentário por Antonio — 10.09.08 @ 20:29 </p>
<p>Defendemos que a contagem das Cédulas Eleitorais em meio físico seja feita em 2 ou 3% das Urnas que ~serão sorteadas após o encerramento da Coleta de Votos e depois da Emissão dos Boletins de Urna e, havendo diferença entre o número de votos de cada candidato e o total de votos no Boletim de Urna, outras 2 (duas) urnas teriam suas Cédulas também contadas e, de uma forma exponencial, havendo diferenças, todas as urnas daquela Zona Eleitoral teriam os seus votos contados.</p>
<p>O pedido de recontagem pelos Partidos Políticos ou seus Candidatos, seria feito em casos específicos em que as estatísticas ou os fiscais ou delegados apresentassem impugnações embasadas em irregularidades previstas no Código Eleitoral.</p>
<p>Portanto, seu questionamento não procede, já que o TSE não efetuou o referido sorteio.</p>
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	<item>
		<title>Por: Antonio</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1229</link>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 23:29:46 +0000</pubDate>
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		<description>É um espanto para mim descobrir que o eng. Brunazzo, que se diz tão conhecedor do processo eleitoral brasileiro, não sabe que na primeira versão da urna eletrônica, em 1996, o voto foi impresso e colocado numa urna plástica acoplada a urna eletrônica. Detalhe: nenhum partido pediu recontagem de votos à época....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É um espanto para mim descobrir que o eng. Brunazzo, que se diz tão conhecedor do processo eleitoral brasileiro, não sabe que na primeira versão da urna eletrônica, em 1996, o voto foi impresso e colocado numa urna plástica acoplada a urna eletrônica. Detalhe: nenhum partido pediu recontagem de votos à época&#8230;.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leamartine Pinheiro de Souza</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2008/09/10/eleicoes-maior-problema-e-a-concentracao-de-poder/#comment-1227</link>
		<dc:creator>Leamartine Pinheiro de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 16:28:55 +0000</pubDate>
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		<description>Em resumo, para quem atira pedras nos responsáveis pelo Fórum do Voto-Seguro, disponibilizamos toneladas de documentos em nossa página www.votoseguro.org, para demonstrar a integridade e a lisura de propósitos de nosso  grupo.

PORTANTO, SÓ NÃO AS VÊ, QUEM SÓ QUER DEFENDER SEUS PONTOS DE VISTA DE FORMA PASSIONAL, SECTÁRIA E IRRESPONSÁVEL.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em resumo, para quem atira pedras nos responsáveis pelo Fórum do Voto-Seguro, disponibilizamos toneladas de documentos em nossa página <a href="http://www.votoseguro.org" rel="nofollow">http://www.votoseguro.org</a>, para demonstrar a integridade e a lisura de propósitos de nosso  grupo.</p>
<p>PORTANTO, SÓ NÃO AS VÊ, QUEM SÓ QUER DEFENDER SEUS PONTOS DE VISTA DE FORMA PASSIONAL, SECTÁRIA E IRRESPONSÁVEL.</p>
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