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	<title>Comentários sobre: o caso do jornalismo &#8211;e a [des]regulamenta&#231;&#227;o das profiss&#245;es-meio [final]</title>
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	<description>Silvio Meira</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 00:35:07 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Felipe Toledo</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2009/07/01/o-caso-do-jornalismo-e-a-desregulamentao-das-profisses-meio-final/#comment-3884</link>
		<dc:creator>Felipe Toledo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 14:39:30 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com a desregulamentação. Porém, mais uma vez nos mostra como as coisas funcionam nesse país. Isso ocorreu logo com jornalismo, considerado o quinto poder. A Globo, em si, declarou no Jornal Nacional que já faz disso prática e não é de hoje.

Um texto interessante sobre o assunto (precisa de cadastro, grátis): http://www.revistaalgomais.com.br/noticias/noticiaClicada.php?not=3431</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a desregulamentação. Porém, mais uma vez nos mostra como as coisas funcionam nesse país. Isso ocorreu logo com jornalismo, considerado o quinto poder. A Globo, em si, declarou no Jornal Nacional que já faz disso prática e não é de hoje.</p>
<p>Um texto interessante sobre o assunto (precisa de cadastro, grátis): <a href="http://www.revistaalgomais.com.br/noticias/noticiaClicada.php?not=3431" rel="nofollow">http://www.revistaalgomais.com.br/noticias/noticiaClicada.php?not=3431</a></p>
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		<title>Por: Murillo Brito</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2009/07/01/o-caso-do-jornalismo-e-a-desregulamentao-das-profisses-meio-final/#comment-3697</link>
		<dc:creator>Murillo Brito</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 17:49:10 +0000</pubDate>
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		<description>Regulamentação da Profissão</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Regulamentação da Profissão</p>
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	</item>
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		<title>Por: Aelson Mota</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2009/07/01/o-caso-do-jornalismo-e-a-desregulamentao-das-profisses-meio-final/#comment-3675</link>
		<dc:creator>Aelson Mota</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 09:37:05 +0000</pubDate>
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		<description>Os riscos à vida humana seriam diferentes entre as  áreas de Direito e Informática? Um negócio falido por má gestão de informática não seria uma pena dura para os proprietários?
Acho que Medicina deve ser regulamentada, isto é claro. Sobre Direito, não vi, pelos argumentos aos casos de Jornalismo e Informática, essa obviedade.
Acho que já estamos precisamos analisar, com visão apurada, o que virá a ser  "criatividade" e " raciocínio", já que são fortes argumentos nestes excelentes textos.

Grato pelo tópico e pelo espaço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os riscos à vida humana seriam diferentes entre as  áreas de Direito e Informática? Um negócio falido por má gestão de informática não seria uma pena dura para os proprietários?<br />
Acho que Medicina deve ser regulamentada, isto é claro. Sobre Direito, não vi, pelos argumentos aos casos de Jornalismo e Informática, essa obviedade.<br />
Acho que já estamos precisamos analisar, com visão apurada, o que virá a ser  &#8220;criatividade&#8221; e &#8221; raciocínio&#8221;, já que são fortes argumentos nestes excelentes textos.</p>
<p>Grato pelo tópico e pelo espaço.</p>
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	<item>
		<title>Por: Diomm</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2009/07/01/o-caso-do-jornalismo-e-a-desregulamentao-das-profisses-meio-final/#comment-3674</link>
		<dc:creator>Diomm</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 19:52:35 +0000</pubDate>
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		<description>Como prometido, meu comentário. Não espere muita coisa, sou apenas um estudante com pouca experiência e muita cara-de-pau.

Primeiramente, devo dizer que essa é uma das análises mais completas (e corajosas, aliás, íntegras) que li desde que o STF decidiu, por meio daqueles argumentos de "primeira linha", a tão midiática (mais ainda que o próprio Gilmar Mendes) inexigibilidade do diploma para exercício da profissão de jornalista.

Antes de mais nada, não importa aqui se sou a favor ou contra a exigência. Quero só deixar claro que sou veementemente contrário aos argumentos utilizados por aquele circo, digo, tribunal para dar o golpe final na obrigatoriedade do canudo. Seja o de que jornalismo é uma profissão "vocacional", que requer "intimidade com a palavra". Seja o de que jornalismo tem tudo a ver com liberdade de expressão.

Bom, desenvolveria isso melhor (e acho que o farei em breve, pois finalmente acho que coletei o suficiente para isso), mas quero me ater aqui a essa série de postagens, mais especificamente às duas primeiras, que tratam especificamente do jornalismo.

Eu realmente achei que ia encontrar mais coisas sobre o que comentar, mas vou me resumir a alguns pontos dessas duas postagens, porque com relação ao resto: ou concordo sem tirar nem pôr, ou não tenho o mínimo cacife para discutir sobre o assunto (nem pesquisei para isso).

Meus questionamentos começam já tratando um pouco de técnicas utilizadas no dia-a-dia do nosso jornalismo. Ao escrever sobre um fato, é recomendável... não, é imprescindível ao jornalista que procure abranger todos os ângulos deste fato. Geralmente só os fotógrafos lembram disso, o que não é bom. Para o repórter (de tv, rádio, impresso ou web) abarcar esse leque, é necessário que ele confronte correntes e teorias acerca do fato.

Acredito que, além dos ativistas pelos "jornalistas-sem-diploma", como Kfouri, e dos jornalistas "caça-diplomas", como Renata Fan, temos pelo menos mais uma corrente que faltou mencionar, e que pode levar a uma má compreensão do meio, e daqueles que funcionam nele. Há jornalistas a favor da exigência do diploma, não por status, mas por entender a importância que se tem em estudar o jornalismo, criar um ambiente em que se possa criticá-lo e, assim, praticá-lo da melhor forma possível. Obviamente que, com relação à exigência do diploma, eles podem estar errados, afinal, o curso superior seria só um adendo, e não algo fundamental para se exercer a profissão. Mas é bom ressaltar, ao menos, a existência desses outros lados, pra ninguém achar que quem quer diploma é hipócrita.

Sobre a outra postagem, meu comentário vem resgatar, mais uma vez, as técnicas de prática jornalística como base. Realmente, um bom economista está melhor preparado para falar sobre a crise financeira mundial. Mas pra quem? Em primeiro lugar, jornalista não fala sobre nada. Jornalista informa. E aí entra o abismo entre liberdade de expressão e direito à informação. O cidadão tem, por direito humano garantido pela cartilha da ONU, direito à informação. À melhor informação possível. E quem vai falar dessa informação sobre a crise da melhor forma possível? O economista? O jornalista? O consumidor? O cidadão? Acredito que todos eles, menos o jornalista. O jornalista não é um falante. Não se expressa. Ele informa, através da expressão de outros, de todas as fontes (possíveis) que ele puder agregar para tornar o fato o mais claro e preciso possível (por mas difusas e imprecisas que essas duas palavras possam parecer).

O jornalista é um mediador. Antigamente, não existiam cadernos. Era o jornal direto, recheado de notícias. Pei-buf! O mesmo jornalista que cobria economia, era o cara dos esportes. Porque ele não precisava ser um profundo conhecedor do tema. Era só ele ter uma boa produção prévia, que ele saberia o que perguntar ao economista, ao técnico, ao artista, ao político ou ao traficante para conseguir a visão destes especialistas (perdoe-me a piada com o traficante) sobre o assunto. E aí ele fazia o mesmo com o cidadão, que é seu público-alvo, e com o governo, que é a instituição de ligação entre o indivíduo e a cidadania, entre o fato e o social (num fato social, objeto de trabalho do jornalista).

Se para saber como mediar fontes primárias e secundárias, visões diversas de instituições e especialistas dos mais variados âmbitos da sociedade, passando isso de forma clara e concisa para o grande interessado nisso, o cidadão, se para isso não é necessário diploma, pelo menos regulamentação, acredito, é. Afinal, é um peso maior que o do mundo sobre os ombros, nem Drummond suportaria.

Agora, isso tudo que falei se baseia em um ideal de jornalismo. Na prática, o jornalismo é especializado, canalha, sanguessuga e interesseiro. E pra isso não precisa de diploma. Aliás, nem precisa de jornalismo... 

Mas acredito que meu comentário é válido para se pensar no "daqui pra frente". Daqui pra frente é lutar pelo direito à informação, assim como se luta tanto e com tanto vigor pela liberdade de expressão.

Espero que tenha-me feito entender. E que não estejas tão decepcionado com um comentário que veio a adicionar (se adicionou) tão pouco à discussão maior dessa série.

Abraços,
Diogo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como prometido, meu comentário. Não espere muita coisa, sou apenas um estudante com pouca experiência e muita cara-de-pau.</p>
<p>Primeiramente, devo dizer que essa é uma das análises mais completas (e corajosas, aliás, íntegras) que li desde que o STF decidiu, por meio daqueles argumentos de &#8220;primeira linha&#8221;, a tão midiática (mais ainda que o próprio Gilmar Mendes) inexigibilidade do diploma para exercício da profissão de jornalista.</p>
<p>Antes de mais nada, não importa aqui se sou a favor ou contra a exigência. Quero só deixar claro que sou veementemente contrário aos argumentos utilizados por aquele circo, digo, tribunal para dar o golpe final na obrigatoriedade do canudo. Seja o de que jornalismo é uma profissão &#8220;vocacional&#8221;, que requer &#8220;intimidade com a palavra&#8221;. Seja o de que jornalismo tem tudo a ver com liberdade de expressão.</p>
<p>Bom, desenvolveria isso melhor (e acho que o farei em breve, pois finalmente acho que coletei o suficiente para isso), mas quero me ater aqui a essa série de postagens, mais especificamente às duas primeiras, que tratam especificamente do jornalismo.</p>
<p>Eu realmente achei que ia encontrar mais coisas sobre o que comentar, mas vou me resumir a alguns pontos dessas duas postagens, porque com relação ao resto: ou concordo sem tirar nem pôr, ou não tenho o mínimo cacife para discutir sobre o assunto (nem pesquisei para isso).</p>
<p>Meus questionamentos começam já tratando um pouco de técnicas utilizadas no dia-a-dia do nosso jornalismo. Ao escrever sobre um fato, é recomendável&#8230; não, é imprescindível ao jornalista que procure abranger todos os ângulos deste fato. Geralmente só os fotógrafos lembram disso, o que não é bom. Para o repórter (de tv, rádio, impresso ou web) abarcar esse leque, é necessário que ele confronte correntes e teorias acerca do fato.</p>
<p>Acredito que, além dos ativistas pelos &#8220;jornalistas-sem-diploma&#8221;, como Kfouri, e dos jornalistas &#8220;caça-diplomas&#8221;, como Renata Fan, temos pelo menos mais uma corrente que faltou mencionar, e que pode levar a uma má compreensão do meio, e daqueles que funcionam nele. Há jornalistas a favor da exigência do diploma, não por status, mas por entender a importância que se tem em estudar o jornalismo, criar um ambiente em que se possa criticá-lo e, assim, praticá-lo da melhor forma possível. Obviamente que, com relação à exigência do diploma, eles podem estar errados, afinal, o curso superior seria só um adendo, e não algo fundamental para se exercer a profissão. Mas é bom ressaltar, ao menos, a existência desses outros lados, pra ninguém achar que quem quer diploma é hipócrita.</p>
<p>Sobre a outra postagem, meu comentário vem resgatar, mais uma vez, as técnicas de prática jornalística como base. Realmente, um bom economista está melhor preparado para falar sobre a crise financeira mundial. Mas pra quem? Em primeiro lugar, jornalista não fala sobre nada. Jornalista informa. E aí entra o abismo entre liberdade de expressão e direito à informação. O cidadão tem, por direito humano garantido pela cartilha da ONU, direito à informação. À melhor informação possível. E quem vai falar dessa informação sobre a crise da melhor forma possível? O economista? O jornalista? O consumidor? O cidadão? Acredito que todos eles, menos o jornalista. O jornalista não é um falante. Não se expressa. Ele informa, através da expressão de outros, de todas as fontes (possíveis) que ele puder agregar para tornar o fato o mais claro e preciso possível (por mas difusas e imprecisas que essas duas palavras possam parecer).</p>
<p>O jornalista é um mediador. Antigamente, não existiam cadernos. Era o jornal direto, recheado de notícias. Pei-buf! O mesmo jornalista que cobria economia, era o cara dos esportes. Porque ele não precisava ser um profundo conhecedor do tema. Era só ele ter uma boa produção prévia, que ele saberia o que perguntar ao economista, ao técnico, ao artista, ao político ou ao traficante para conseguir a visão destes especialistas (perdoe-me a piada com o traficante) sobre o assunto. E aí ele fazia o mesmo com o cidadão, que é seu público-alvo, e com o governo, que é a instituição de ligação entre o indivíduo e a cidadania, entre o fato e o social (num fato social, objeto de trabalho do jornalista).</p>
<p>Se para saber como mediar fontes primárias e secundárias, visões diversas de instituições e especialistas dos mais variados âmbitos da sociedade, passando isso de forma clara e concisa para o grande interessado nisso, o cidadão, se para isso não é necessário diploma, pelo menos regulamentação, acredito, é. Afinal, é um peso maior que o do mundo sobre os ombros, nem Drummond suportaria.</p>
<p>Agora, isso tudo que falei se baseia em um ideal de jornalismo. Na prática, o jornalismo é especializado, canalha, sanguessuga e interesseiro. E pra isso não precisa de diploma. Aliás, nem precisa de jornalismo&#8230; </p>
<p>Mas acredito que meu comentário é válido para se pensar no &#8220;daqui pra frente&#8221;. Daqui pra frente é lutar pelo direito à informação, assim como se luta tanto e com tanto vigor pela liberdade de expressão.</p>
<p>Espero que tenha-me feito entender. E que não estejas tão decepcionado com um comentário que veio a adicionar (se adicionou) tão pouco à discussão maior dessa série.</p>
<p>Abraços,<br />
Diogo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: roberta</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2009/07/01/o-caso-do-jornalismo-e-a-desregulamentao-das-profisses-meio-final/#comment-3673</link>
		<dc:creator>roberta</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 17:17:58 +0000</pubDate>
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		<description>Desde que era aluna de Silvio no Centro de Informática, conheço e concordo com suas posições (e da SBC) acerca da regulamentação das profissões de informática. Contra esta sua série fantástica de textos, não há argumentos. Parabéns!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que era aluna de Silvio no Centro de Informática, conheço e concordo com suas posições (e da SBC) acerca da regulamentação das profissões de informática. Contra esta sua série fantástica de textos, não há argumentos. Parabéns!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eraldo R. Fernandes</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2009/07/01/o-caso-do-jornalismo-e-a-desregulamentao-das-profisses-meio-final/#comment-3672</link>
		<dc:creator>Eraldo R. Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:13:33 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns Silvio! Ótima sequência de textos. O primeiro e o segundo foram fantásticos! Deixou claro a característica "meio" da informática. Chegando à conclusão de que a reserva de mercado é um [grave] erro. Eu já tinha esta noção há muito tempo. Porém, ainda não tinha realizado que isso se estende para várias outras áreas. Valeu!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Silvio! Ótima sequência de textos. O primeiro e o segundo foram fantásticos! Deixou claro a característica &#8220;meio&#8221; da informática. Chegando à conclusão de que a reserva de mercado é um [grave] erro. Eu já tinha esta noção há muito tempo. Porém, ainda não tinha realizado que isso se estende para várias outras áreas. Valeu!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Thiago Lechuga</title>
		<link>http://smeira.blog.terra.com.br/2009/07/01/o-caso-do-jornalismo-e-a-desregulamentao-das-profisses-meio-final/#comment-3671</link>
		<dc:creator>Thiago Lechuga</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:12:08 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo ótimo texto.

O "porque sim" ,o "ter “perdido” anos para conseguir um diploma" e "reservas de mercado" são sempre os únicos fracos argumentos de quem defende a regulamentação. Fico feliz por alguém expressar idéias similares às minhas com muito conhecimento e competência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo ótimo texto.</p>
<p>O &#8220;porque sim&#8221; ,o &#8220;ter “perdido” anos para conseguir um diploma&#8221; e &#8220;reservas de mercado&#8221; são sempre os únicos fracos argumentos de quem defende a regulamentação. Fico feliz por alguém expressar idéias similares às minhas com muito conhecimento e competência.</p>
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