Terra Magazine

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

tudo é programável. incluindo refrigerante.

a riqueza da web se deve a quem deixou de ser espectador [como na TV], virou usuário [e passou a interagir com o conteúdo na rede] e, agora, está começando a programar, de verdade, a própria rede. programar pode ser muito difícil e você pode precisar de centenas, milhares de horas de estudo para fazer certos programas. aliás, pra participar do time que faz: pouca coisa é feita por um lobo solitário, hoje. por outro lado, se os blocos que você usaria para montar seu "programa" foram feitos por alguém e podem ser combinados de forma simples, programar é mais fácil do que escrever [um blog como este]. pra entender porque, vá ver ifttt, por exemplo.

a ideia geral de programação, de cada um de nós poder criar, à seu gosto, um produto ou serviço, não vale só para software, claro. mas pode ser bem mais difícil do que programar um computador ou a rede, "coisas" que foram criadas pra serem programadas. pense em fazer um carro, todo seu, do nada. tão complicado que pouca gente tenta. agora pense em fazer sua própria receita de refrigerante. em escala. e ganhar dinheiro com isso. sem ter fábrica… complicado? não. porque aí é onde entra a galera de uFlavor. uflavor

como acontece com muitas ideias geniais, uFlavor é trivial: uma fábrica inteira programável, com milhares de sabores básicos potenciais [e zilhões de combinações] e máquinas de venda [verdadeiros robôs de mixagem de bebidas] na rua, com 100 sabores que você pode usar como bem entender. com um detalhe: você será remunerado pelas vendas de "seu" refrigerante da mesma forma que desenvolvedores de aplicações móveis recebem pelos downloads. algo me diz que este modelo pode se tornar universal, à medida em que "printing", ou de fabricação pessoal universal, se torna cada vez mais comum. falando nisso, qual sua "receita" predileta de "soft" drink?

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Relógio

em dezembro de 2011 e janeiro de 2012, o blog publica [ao contrário da norma, aqui] bits: textos pequenos, bem mais frequentes, sobre nossa [mundana] vida digital. ao invés dos raciocínios estruturados e interligados de costume, vamos nos ater a TRÊS parágrafos, no máximo. boa leitura.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

facebook: incluir e excluir, quem e por que?…

a reclamação de que o blog usa dados internacionais para falar da web e seus efeitos é frequente e justificada. mas por aqui faltam dados e, noutros lugares, há de sobra; sempre que os usamos, entende-se que fazem [ou farão, breve] sentido aqui, também. no .BR, dos poucos que há, falamos sempre, como do estudo de cavaliini e et al. sobre o consumidor móvel brasileiro que, por falha nossa, não foi conectado ao texto anterior sobre compras móveis nos EUA. e hoje há mais dados dos EUA [quem manda não fazermos mais pesquisas?...], da NM Incite, sobre os faceBookers e seus hábitos de adicionar e remover relacionamentos na rede social. os dados mostram o óbvio, como se pode ver na figura abaixo. mas, como dizia deming, "in god we trust; all others must bring data" [acreditamos em deus; todos os outros devem trazer dados].

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em 82% dos casos, conhecemos nossas relações em rede na nossa vida fora dela; e 60% são amigos de amigos. relações de negócio não colam emfaceBook, e só 11% das inclusões têm a ver com trabalho. e nós tiramos as pessoas de nossas redes virtuais por causa de comentários desagradáveis em 62% dos casos; 39% das remoções atingem pessoas [ou entidades] tentando nos vender algo. e detonamos, em 23% dos casos, deprimidos e deprimentes. aqui, novidade zero: fowler e christakis haviam notado o efeito oposto em 2008 [em Dynamic spread of happiness in a large social network], mas é bom saber que continua valendo, na prática.

se a pesquisa representa a realidade, quais seriam as implicações? social commerce é tendência mundial e temos, aqui, casos inovadores de uso de redes sociais no varejo. excluir pessoas porque elas querem transformar relacionamento em vendas é uma tendência momentânea ou duradoura?… no primeiro caso, poderá haver uma mudança significativa, em breve, do histograma acima. no segundo, muita gente boa vai ter que rever suas estratégias de uso de redes sociais para comércio, talvez até para marketing. ou não?…

Relógio

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

o consumo, móvel

observe a imagem abaixo. tirando 2008, quando o mundo quase se acabou[menos aqui, onde só houve uma "marolinha"...], ela mostra que as compras online no fim de ano estão crescendo muito acima da economia americana, que deve fechar o ano em torno de 2% de melhoria. os negócios online estão aumentando oito vezes mais [no período] do que a economia como um todo. o "online"está capturando negócios de outros quadrantes, como o "offline". segundo a forbes, 40% do total de vendas na "black friday" foram online, o que pode deixar quase qualquer um prever que, neste caso específico, o ecommerce vai passar o commerce já em 2012.

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e mais: 10% das vendas da black friday foram para dispositivos móveis. na cyber monday, comparando com 2010 [em outra análise, da IBM], a porcentagem de "visitas móveis" a sites de ecommerce subiu de 3.9% para 10.8%. e as vendas de 2.3% para 6.6%. cerca de tres vezes mais, nos dois casos. no lado dos pagamentos, payPal registrou um aumento de 552% [em relação a 2010] no volume móvel na cyber monday. na inglaterra, a previsão é de que 1/4 de todas as compras eletrônicas sejam móveis já em 2015.

qual é a mensagem? os consumidores estão se informatizando de vez. em outubro de 2010 este blog publicou um texto [quem define o mercado?] afirmando que a tecnologia pessoal contemporânea combinava o digital com o conectado, o móvel e o programável.. e que sistemas pessoais de informação, que já eram digitais e conectados há tempos, se tornariam móveis rapidamente e, logo depois, programáveis. e a mensagem é para os negócios: se o seu [on ou offline] ainda não está preparado para tratar o tal consumidor digital, conectado, móvel, adote uma estratégia móvel, [olhe o que a chanel fez...]. e comece a agir. rápido. não só ele está bem perto de você mas vai se tornar programador daqui a pouco.

Relógio

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sábado, 17 de dezembro de 2011

ano novo, tempo do "ciclo de vida do consumidor"

todo fim de ano, somos instados a prever o que vai acontecer no ano que vem. como indivíduos, fazemos promessas: comer menos, malhar mais, trabalhar mais [ou menos!]. na empresa, planeja-se. planos são alucinações compartilhadas que, apropriados e com todo mundo ralando muito e tudo dando certo, se tornam realidade ano que vem. de analistas, jornalistas e blogueiros se quer previsões, um negócio arriscadíssimo que quase nunca rola. mas, se você observa tendências, aqueles fragmentos de futuro que já se concretizam aqui e ali, dá pra não errar muito [vez por outra].

quer ouvir uma? em 2012 empresas de todos os mercados vão se enredar [dicionário: por ou estar em rede; embaralhar, complicar] no "ciclo de vida do consumidor". negócios que não incluírem o consumidor, de uma vez por todas, no seu ciclo de vida [o por...] enfrentarão dificuldades crescentes [o complicar-se...], em ambientes e mercados crescentemente sociais. se livrar do consumidor, como se costuma fazer depois da venda, será cada vez mais difícil. conhecemos a experiência: marketing e atendimento de primeira até a compra. depois, o problema é da assistência, terceirizada, do de um alguém cujo interesse na situação é marginal. como a maior parte dos consumidores sempre soube, depois da venda o problema é nosso.

mas esse "vender e correr" pode estar com os dias contados, porque um bom número de negócios começa a entender o "consumidor social", que já se anunciava para 2011 e que espera um relacionamento dedicado, em tempo integral e em todos os espaços, com marca, produtos e serviços, desde o posicionamento ético e ambiental até a qualidade de seu ciclo de vida de produtos e serviços, da compra até a reciclagem. e as empresas não podem dizer que não podem atender tal demanda: têm montanhas de dados, sabem dos desejos das pessoas, o conhecimento e plataformas para relacionamento "social" com os consumidores existem [em beta, mas existem]. só falta fazer. minimamente bem feito. quem fizer, ocupará muito mais espaço partir de 2012. e talvez seja quem vai sobreviver, depois…

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Relógio

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

o ótimo, inimigo mortal do bom [e da sobrevivência]

Tags:, , , , , , - srlm às 09:00

uma coisa que se aprende empreendendo é que empreender e aprender não são atividades separadas. o processo de empreender qualquer coisa é, em si, um grande aprendizado. lá no CESAR, se costuma nomear o processo de apreendimento, ao invés de empreendimento, para deixar claro que um novo negócio, produto, processo ou serviço é sempre uma grande escola.

e há coisas simples a aprender, ou lembrar, já que tantos aprenderam em outras histórias que se tornaram lugar comum. como "o ótimo é inimigo do bom"… versão brasileira do inglês "first and good beats last and great". e aí você pergunta: como é que o canadense thoora [descoberta e curadoria inteligente de conteúdo], com um investimento semente de US$4.17M, não sabia disso? passou 2 anos em beta fechado, abriu há tres meses e fecha hoje. e a "explicação" é que "no processo de desenvolvimento da solução, tanta coisa nova apareceu na web que tivemos que incluir no projeto"…

qual o papel dos investidores? é provável que tenham aprendido muito com thoora nas últimas semanas. talvez tenha até valido os 8 milhões de reais que podem ter perdido no processo. estivesse lá, eu estaria me perguntando se estava perto o suficiente, se perguntei o que tinha que ser perguntado, se entendi as respostas para fazer novas perguntas, se cheguei a entender qual era o desafio que thoora enfrentava e o que era que a competição iria fazer e em que tempo, se fiz as conexões que deveria ter feito… e se as pessoas que estavam à frente do projeto, que deram tudo para que ele desse certo, eram os empreendedores apropriados para aquele apreendimento… se já tinham apreendido que o ótimo é inimigo mortal do bom. porque investir também é apreender… muito rapidamente e de forma serial.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

os novos CEOs: sociais?

Tags:, , , , , , - srlm às 09:12

dados de várias fontes, coletados pela CEO.com, publicação especializada em gestores, mostram que 65% dos CEOs mais jovens [até os 39] têm um blog relacionado ao trabalho, contra apenas 20% dos de 50 anos ou mais.

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e a diferença entre os que realizam atualizações diárias é gigantesca, quase 30 vezes mais a favor dos mais novos, com a turma dos 40-49 ficando perto, 22% atualizando seus blogs diariamente. o padrão se repete quando se fala em contribuir ou ler twitter e similares. o infográfico está neste link.

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e todo mundo de 50 ou mais está na mesma categoria. quantos CEOs com mais de 60, 70… são sociáveis? quantos sabem que o futuro dos negócios é sua comunidade, que um bom negócio, no futuro, não é um produto ou serviço, mas uma comunidade com um propósito?… isso pode vir a ser absolutamente essencial para quem quiser liderar [e não comandar] um bom negócio nas próximas décadas, de empresas de software a redes de postos de combustível. não precisa nem esperar pra ver, já tá rolando agora…

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domingo, 11 de dezembro de 2011

bits.6: o rádio telefone…

"…the present stage of radio telephone development has placed this form of communication on such a highly practicable plane that its rapid adoption for many useful purposes is only a matter of a very little time." assim começava um texto de a. h. grebe para o radio amateur news de agosto de 1919. há mais de 92 anos, grebe queria dizer que "o estágio de desenvolvimento do ‘rádio telefone’ [entenda telefones móveis...] chegou a um ponto prático que nos permite prever que sua adoção para muitos e úteis propósitos é coisa de muito pouco tempo". olha só a parafernália no carro do cara…

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…com uma antena que mais parece um varal e o rádio ocupando um grande espaço atrás do único banco. abaixo, um close do especialista em rádios de 1919…

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…"radiofonando" enquanto dirigia sua geringonça. o telefone móvel [ainda chamado de "rádio telefone"] só começou a se tornar realidade em 1973, quando a motorola venceu a corrida com a bell e martin cooper fez a primeira chamada móvel para joe s. engels… da bell. elegância é isso aí.

agora o massa mesmo é que havia gente tentando coisas bem menores e mais práticas já em 1922, como mostra o o filme abaixo, encontrado nos arquivos da pathé inglesa. prepare-se para ver as peripécias e reviravoltas pelas quais o usuário do "telemóvel" de 1922 tinha que passar. o vídeo é curtinho, um só minuto, não deixe de ver…

imagine que você tivesse que passar por isso pra fazer uma mísera ligação…

agora, pense: o vídeo tem 90 anos. e daqui a 90 anos?… das presepadas das moças pra cá, quase um século de inovação mudou tudo, e quase só nos últimos 40 anos. esta história, claro, está apenas começando…

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

bits.5: e você achava seu carro legal…

carlos ghosn, o brasileiro que preside a renault-nissan [cadê o LEAF, seu modelo elétrico, no brasil?], diz que veículos estão se transformando em plataformas móveis, programáveis. o blog tratou do assunto em carros em modo beta, movidos a tanto software que começam a se comportar como se software fossem. por que são: carros de topo de linha têm dezenas de milhões de linhas de código rodando em seus computadores [sim, mais de um, muitos]… com alguns chegando a 100 milhões de linhas de código.

pra comparar, windows 7 tem "apenas" 50 milhões de linhas de código.

agora olhe o conceito fun-vii que a toyota propõe para 20XX, mostrado no vídeo abaixo. e se lembre que o software para fazer o carro "entrar" na rede de ruas e ser dirigido por elas é muito mais complexo do que as interfaces que vão permitir [veja o vídeo] você decorar o carro do jeito que quiser e mesmo do que a assistente holográfica que aparece para conversar com o motorista enquanto ele não faz nada [é passageiro, na verdade...].

plataforma programável, móvel e conectada: o carro do futuro? feito de software…

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

bits.4: móvel: conservador?

em artigo publicado na revista telecommunications policy de junho deste ano, arnd weber, michael haas e daniel scuka [Mobile service innovation: A European failure, disponível gratuitamente neste link] discutem porque a indústria de mobilidade na europa é tão pouco inovadora. a primeira tabela do artigo mostra as últimas grandes inovações da mobilidade desde 1998 e aponta para o japão como o lugar onde todas, menos uma, surgiram. esta uma, americana, não é obra de uma operadora de lá, mas da apple.

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e a tabela ainda mostra que o iPhone de 2007 não tinha coisas [inclusive e-money e QR] usadas no japão há anos. quem são as operadoras móveis daqui? três européias [tim, movistar e tmn] e uma continental, américa móvil. então, pense coigo: a conclusão do artigo de weber et al. é que as operadoras móveis européias não inovam porque 1. "inovar como no japão é caro" e 2. " ganhamos muito dinheiro do jeito que está, pra que fazer mais?…" e analistas internacionais [que fazem a cabeça de muita gente] apostam que coisas como [de forma genérica] localização para prover serviços seriam uma "grande inovação" para a américa latina… o que, de inovador, você acha que vai rolar de novo no mercado móvel brasileiro nos próximos muitos anos?…

mas aí [aqui] tem a vivo e wayra, a tim e acesso na periferia, o programa de inovação da oi, a claro e as novas formas de uso da rede. e o brasileiro, que não desiste nunca, acaba apostando que vão acontecer coisas realmente inovadoras por aqui. será?

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

bits.3: conteúdo vira serviço

Tags:, , , , , - srlm às 07:00

tim o’reilly deu uma palestra interessante [Some Context for Thinking about the Future of Media] há pouco tempo, mostrando mais uma vez o que é obvio mas que muitos agentes nos mercados de rede não sabem. ou não querem saber. que conteúdo está se tornando serviço. um dos slides está abaixo, no contexto em que um mapa [de um atlas rodoviário, daqueles antigos...] sofreu uma metamorfose e virou uma coreografia de serviços que pode envolver múltiplos provedores e que é apresentada em tempo real ao usuário, sob demanda implícita ou explícita.

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aí, as operadoras são infraestrutura e nada mais. nada têm que pareça útil a qualquer um de nós que não seja banda. isso quando entregam. o provedor do conteúdo, a menos que esteja por trás da plataforma, como é o caso de google, apple e microsoft, pouco tem a dizer sobre o que acontece com seu material. aí é onde entra a amazon, sua cadeia de valor de, sua capacidade de prover serviços [conhece amazon AWS? sabe que é lá que vai rodar boa parte do silk browser?]…

browser como serviço. conteúdo como serviço

…e sua plataforma kindle, agora no formato FIRE, rodando um ramo de android controlado pela… própria amazon. resultado?…

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o FIRE assume o segundo lugar em vendas logo na partida e, a US$199 e redefinindo o preço de todos os tablets, vende em seu primeiro trimestre 20% a mais do que o iPad no mesmo período. veja uma análise, aqui, do que pode ser o primeiro dispositivo a enfrentar o iPad, pelos serviços que porta e não pela máquina parece ser. estivesse no mercado de qualquer tipo de hardware, eu estaria de orelha em pé há muito tempo. porque hardware que não se tornar commodity é porque vivou serviço. assim como conteúdo.

Relógio

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