Terra Magazine

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

como é o mundo, tuitado

Tags:, , , , , , , - srlm às 07:00

o blog esteve comemorando o fim de 2011 desde a véspera do natal e está de volta com votos de um grande 2012 pra todos e todas, de todas as idades, cores, lugares e opções de vida. que 2012 seja o ano da diversidade e da aceitação das diferenças, mais até do que da tolerância. falando nisso, dados de 2011 mostram que estamos cada vez mais levando nossa vida pessoal, familiar e comunitária para as redes virtuais. e que precisamos nos tolerar e, porque não dizer, aceitar, mutuamente, cada vez mais.

pra começar, uns dados sobre twitter: sabia que @justinbieber tem mais de 16 milhões de seguidores e aparece em mais de 540 mil listas? bieber tem um milhão e meio de seguidores a menos do que @ladygaga, mas tuita 10 vezes mais e, por múltiplas razões, é a pessoa ou instituição de maior impacto global hoje [no twitter, claro]: cada um de seus tweets, como o mostrado abaixo…

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.. pode tornar qualquer hashtag uma tendência global, pois é replicado 5 milhões de vezes, em média. pra comparar, é mais de vinte vezes mais do que @barackobama, que tem 11.7 milhões de seguidores e busca fundos para sua tentativa de reeleição, como mostra o tweet abaixo.

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de certa forma, é fácil dizer que "não sabemos usar o twitter" e outras redes sociais, que poderiam "ter maior impacto na educação, cultura e economia", sem falar da "perda de tempo" com tanta trivialidade, como os 8.969 tweets por segundo sobre a gravidez de beyoncé [recorde histórico, contra 5.530 menções/segundo no tsunami do japão]. ocorre que, mutatis mutandis, twitter, facebook e outros são o papel, caneta, envelope e correio [ou poster e poste, parede ou porta] de nosso tempo. escrevemos muita coisa boa nos últimos séculos, mas quanta letra foi literalmente jogada fora para cada uma de joyce em ULYSSES? e quanto pôster foi apenas sujeira, comparado ao impacto do que lutero pregou à porta de wittenberg? moral da história? a existência da ferramenta [ambiente, tecnologia, métodos, processos, o que for] e seu potencial para o engrandecimento humano não garante que todos os que a ela têm acesso irão usá-la para os tais grandes e elevados fins. e ainda bem!… se tudo fosse levado a sério assim, de onde viria um hikakin? ele é o carinha no vídeo abaixo, beatboxing. talvez completamente inútil, mas divertidíssimo, na opinião de quase 17 milhões de "views"… vá ver!

hikaru kaihatsu, aka HIKAKIN, considerado um dos maiores beatboxers do mundo

Relógio

em dezembro de 2011 e janeiro de 2012, o blog publica [ao contrário da norma, aqui] bits: textos pequenos, bem mais frequentes, sobre nossa [mundana] vida digital. ao invés dos raciocínios estruturados e interligados de costume, vamos nos ater a TRÊS parágrafos, no máximo. boa leitura.

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

os novos CEOs: sociais?

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dados de várias fontes, coletados pela CEO.com, publicação especializada em gestores, mostram que 65% dos CEOs mais jovens [até os 39] têm um blog relacionado ao trabalho, contra apenas 20% dos de 50 anos ou mais.

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e a diferença entre os que realizam atualizações diárias é gigantesca, quase 30 vezes mais a favor dos mais novos, com a turma dos 40-49 ficando perto, 22% atualizando seus blogs diariamente. o padrão se repete quando se fala em contribuir ou ler twitter e similares. o infográfico está neste link.

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e todo mundo de 50 ou mais está na mesma categoria. quantos CEOs com mais de 60, 70… são sociáveis? quantos sabem que o futuro dos negócios é sua comunidade, que um bom negócio, no futuro, não é um produto ou serviço, mas uma comunidade com um propósito?… isso pode vir a ser absolutamente essencial para quem quiser liderar [e não comandar] um bom negócio nas próximas décadas, de empresas de software a redes de postos de combustível. não precisa nem esperar pra ver, já tá rolando agora…

Relógio

em dezembro de 2011 e janeiro de 2012, o blog publica [ao contrário da norma, aqui] bits: textos pequenos, bem mais frequentes, sobre nossa [mundana] vida digital. ao invés dos raciocínios estruturados e interligados de costume, vamos nos ater a TRÊS parágrafos, no máximo. boa leitura.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

educação empreendedora: 16

este post é parte de uma série sobre educação empreendedora, derivado de uma palestra dada no sebrae nacional, em brasilia, no 27 de janeiro passado. pode até ser que você entenda o texto que se segue sem ler os posts anteriores; mas os textos foram escritos como se fossem uma palestra, uma conversa, o que significa que há uma sequência, começo meio e, espero, um fim, uma conclusão que faça sentido.

o primeiro post da série está neste link… passe por lá, até para entender o preâmbulo e contexto desta conversa.

nesta série, antes deste texto: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15; depois, nenhum, ainda. simbora.

. : . : . : .

no texto anterior, falamos da necessidade, quase fundamental, de pensar seu startup como uma "transnacional". isso pode parecer estranho como parte do processo de descobrir, definir e desenvolver um modelo de negócios mas, se você não pensar assim, vai acabar fazendo mais um carrinho de churros na feira.

não que um carrinho de churros [na feira, inclusive] não seja um negócio legal, decente e honesto; é sim. e há carrinhos de churros que podem se tornar grandes negócios, se transformado em espaços gourmet… [como assim?... clique nos dois links anteriores] mas isso só rola quando se persegue algo bem maior do que fazer o melhor churros da feira. sem um alvo maior e/ou mais distante, nem o melhor da feira ele será.

hoje vamos falar de…

…do seu modelo de negócios, ou seja, você sabe como [e a quem] vender seu produto ou serviço e, feito isso, tem como distribuir [fisicamente] ou entregar o resultado [online, por exemplo]? observe, para começar, que as respostas a estas perguntas podem impactar as questões anteriores sobre seu modelo de negócios. como não poderia deixar de ser, e não por acaso: imagine que você consegue realmente vender muito, porque tem uma oferta matadora; feito isso, e se você não conseguir entregar seus produtos e serviços aos consumidores? será, quase sem dúvida, o fim de sua iniciativa.

e isso acontece –principalmente online- em muitos casos: alguém "vende" um serviço [pense twitter...] e não consegue entregar os resultados de forma consistente; vez por outra, um destes "alguéns" tem tanta sorte que consegue sobreviver a meses de serviço vaga-lume, como era o caso de twitter na partida. mas não conte com a sorte que eles tiveram, eles são um acaso na longa história de companhias que se mudaram para o grande cemitério de CNPJs exatamente por causa dos problemas aos quais eles, quase incrivelmente, sobreviveram.

assumindo que você vai pensar nos processos de vendas e distribuição como parte do mesmo problema, o que é mesmo que as pessoas "compram"? será que isso explicaria porque twitter "sobreviveu" aos seus primeiros muitos meses "baleiando"?… talvez. vejamos: segundo peter drucker, as pessoas compram qualidade. e o que é qualidade? simples: qualidade é…

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…o que nos leva de volta a twitter: aparentemente os clientes do twitter –que no começo eram também os consumidores- queriam muito o serviço [até porque não havia nada igual à época] e estavam dispostos a pagar o preço cobrado. e o preço era [lá no começo] nenhum, em moeda, mas relevante, do ponto de vista de nosso investimento em tempo e perda de tempo quando o serviço, literalmente, sumia da rede.

continuando a olhar o caso do twitter, note que com o tempo nós [usuários] passamos a ser só consumidores do serviço e os [primeiros] clientes [como bing e google] passaram a pagar a twitter para usar nossos timelines –no caso das máquinas de busca, por exemplo, para melhorar seus resultados. para comparar com um modelo de negócios que você está desenvolvendo, leve em conta que twitter teve que pensar, implementar e operar dois mecanismos de venda e distribuição. o primeiro só gerava custos para o negócio: atender pessoas que queriam se comunicar através do serviço e, ao fazê-lo, criaram uma rede social que [de mais de uma forma] passou a sincronizar uma boa parte do planeta, a ponto de se dizer que "se não está acontecendo no twitter é porque não está acontecendo".

o segundo mecanismo de venda e distribuição, tornado possível somente porque twitter já havia atingido massa crítica de participação e contribuição de indivíduos e instituições, foi o de empacotar, vender e entregar, separado por local, tempo, assunto… etc., o conteúdo criado pelos usuários. é óbvio que os investidores pagaram a conta da criação da tal "massa crítica", como acontece em um grande número de instâncias.

se seu negócio depende da combinação de massa crítica de usuários e da aquisição de um [potencialmente pequeno] grupo de clientes, se lembre de que você precisa ter pelo menos dois conjuntos de processos e práticas de vendas e distribuição. e que seus investidores precisam ter o tempo e os recursos para pagar a conta entre o começo do primeiro e os resultados do segundo.

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sem mudar de assunto, mas mudando de foco, vender não é mágica; vender qualquer coisa pode e deve ter como base métodos e processos, mesmo que seja a venda de algo tão abstrato como software. neste caso particular, aísa pereira vem fazendo um trabalho muito importante ao mostrar como se vende software de forma sistemática –e com resultados num número muito grande de empresas- e tem um processo de vendas de software codificado em livro e treinamento. olha só o que eu disse quando o livro saiu:

"Trata-se de uma obra prática, objetiva, destinada a profissionais da área de vendas de software, escrita para mudar o rumo dos processos - muito pouco entendidos, até hoje - de venda de software em empresas de todo tamanho. A profissionalização - no sentido da construção das teorias que levam às boas práticas - dos processos de venda de software tem, neste livro, um excelente primeiro texto, por sinal aliado a um excelente curso que vem sendo ministrado pela própria Aísa, com excepcional reconhecimento de qualidade por parte dos alunos."

se o cenário de seu negócio for outro, de churros a viagens de aventura, passando por incenso orgânico [!], tenho certeza de que é possível codificar, instrumentar, medir, avaliar e corrigir processos [isso, mais de um] de vendas que, devidamente associados a infraestruturas de distribuição, podem tornar seu novo negócio um dos líderes do setor. se ligue que isso pode não ser uma das coisas que você tem que saber antes de começar e que suas idéias sobre o que [e como, e por quanto, e para quem...] pode ser vendido devem ser parte deste grande e complexo experimento que é começar um novo negócio inovador de crescimento empreendedor.

o tal do mercado não sabe tudo, como a introdução de novos e inesperados produtos e serviços que ninguém estava "pedindo" tem demonstrado nas últimas décadas. mas, ao mesmo tempo, deve-se ouvir o mercado o tempo todo; demandas de clientes e consumidores são cada vez mais sofisticadas, complexas e interessantes [veja como é interessante este caso de um indie comic] e devem fazer parte da elaboração de seu processo de vendas e distribuição de produtos e serviços.

falando em distribuição física de bens, este é um capítulo à parte, que faz com que –por exemplo- o centro de distribuição da www.wine.com.br seja no aeroporto de palmas, no tocantins, e não no rio, são paulo ou mesmo brasília. se você acha que a escolha parece esdrúxula, vá ler parte das razões pelas quais a decisão faz todo sentido. mas… e se seu negócio fosse queijos finos, produto delicado, que tem que viajar refrigerado, e sua base estivesse a centenas de quilômetros dos centros consumidores… será os preços compensariam os custos?… num mercado onde não se pode cobrar prêmios das garrafas de vinhos finos que a wine entrega em todo o brasil em 48 horas?

neste artigo [só para assinantes] há uma análise dos fatores críticos de sucesso em operações de comércio eletrônico, usando leilões online de moda como exemplo. o caso não é tão atípico a ponto de não servir de modelo para outros negócios [como as redes de compras coletivas] e os autores chamam especial atenção para os problemas de gestão de fornecedores, armazenamento, estoque e distribuição e suas relações com a marca, qualidade, reputação e valor do serviço.

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entrega é coisa complicada, especialmente em geografias onde não faz muito tempo que se estabeleceu a noção de que as coisas têm que chegar no prazo e em condições pristinas, como o usuário entende que comprou. falando nisso, se ele não recebe o que acha que comprou, você tem que resolver o problema da logística reversa, de como ele vai lhe mandar de volta o que recebeu e não quer, quando e como você vai devolver o que ele lhe pagou… e tudo isso tentando fazer com que esta –que deu errado- não seja a última vez que ele faz negócio com você. pense…

problemas, problemas, a vida do empreendedor é um longo e complexo rol de problemas. mesmo que seu novo negócio "só" dependa de entregas urbanas, saiba que tal "simplicidade" é tema de teses de doutorado, que começam por explicar o básico dos básicos, como mostra a figura abaixo.

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em tempos onde as condições de mobilidade urbana são muito restritas, mesmo que você tenha acesso e meios de transporte, os problemas de distribuição não podem ser deixados para depois quando você pensa nas bases operacionais de seu negócio. pra ter uma idéia da complexidade das soluções, dê uma folheada nesta tese.

no próximo texto, vamos conversar sobre a última das perguntas de wadhwa: nossos processos e práticas cuidam de vendas e distribuição…

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…? já falamos de atendimento e dissemos que era um dos tres pilares de um negócio de de sucesso. isso foi bem neste link. se você não lembra desta conversa, volte lá e leia, porque vai ser essencial para entender o próximo texto. até lá.

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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

tweets: de quem, do que, pra que, pra quem?…

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tudo começou quando eu tuitei [alô, patrulha ortográfica: o vocabulário da academia já tem “tuitar”] uma pesquisa americana que dava conta de 60% das 1.000 maiores empresas já usando o twitter:

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pouco tempo depois, @StephenKanitz replicou, dizendo que…

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…ao que @rizzomiranda, meio que estupefata, comentou que…

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…mas eu não estava dando razão ao pensador e amigo @StephenKanitz, e sim retuitando seu ponto de vista, que achei importante para uma eventual discussão sobre o assunto. por sinal, a discussão estava ali, na hora, rolando. até porque logo depois eu disse que…

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…e que…

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e ainda dei uma opinião sobre porque é que todo mundo [PFs, PJs, governo, ongs, e o protótipo de um novo fiesta da ford] está no twitter:

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@rizzomiranda voltou dizendo que…

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batendo o martelo, @javoski concluiu nossa conversa em termos de inovação baseada no e desenhada pelo usuário:

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na interação acima, estava em ação o twitter-como-mesa-de-bar, que descrevi tempos atrás neste link. lá, se tratava do uso do twitter por colaboradores da rede globo, onde, segundo a emissora, vazavam informações sobre o andamento de séries e novelas. e eu dizia que…

…participar de uma comunidade que discute [entre muitas coisas] seu trabalho, qualquer que seja, é um direito de todos e qualquer um, desde que não se ultrapasse certos limites óbvios, como oferecer, à concorrência, detalhes dos negócios da empresa que lhe contrata. essa regra vale em todo lugar, inclusive numa mesa de bar.

e o twitter parece uma grande mesa de bar, 140 caracteres por vez. com dois problemas, do ponto de vista dos empregadores da moçada que está “na mesa”… primeiro, a mesa pode ser muito grande, centenas de milhares de pessoas ao redor de uma conversa. segundo, ao contrário do bar, onde ninguém escreve o que os outros dizem, tudo fica escrito e pode ser replicado ad infinitum

na grande mesa de bar, estão as pessoas, de dentro e de fora do negócio: seus colaboradores, clientes, usuários e detratores. e a empresa, com suas múltiplas vozes. e, como não poderia deixar de ser, a competição e toda sua algazarra. nesta apresentação no fórum HSM de estratégia, em são paulo, resolvi provocar tom peters [que também estava lá e para quem pessoas são 98% de qualquer negócio, porque delas depende sua execução] e dizer que 98% das pessoas que interessam a qualquer negócio está, na verdade, fora dele.

redes sociais, de forma inevitável e bastante ampla, vão conectar estes dois universos: se a empresa não tiver competência para tal, as conexões serão informais, feitas pelos colaboradores, quase certamente sem nenhuma estratégia. ocorre que mercados são conversações e produtos e serviços, neles, também têm que ser tratados como conversações… e a empresa não pode se excluir delas, e isso independe de sua vontade ou de “pra que” foram feitos twitter e facebook e todas as outras redes sociais. ainda mais porque [como discutimos no post anterior] as "conexões" podem acabar sendo, inclusive nas "organizações", bem mais importantes do que a "organização" do trabalho, da hieraquia, das pessoas, do que for.

aqui no blog, discutimos estes e muitos outros temas relacionados a estratégias de [e para] redes sociais nas corporações na série empresas são abstrações, conjunto de 10 textos que foi a base para a palestra da HSM. se você estiver interessado na conversa sobre redes sociais nos negócios, boa leitura.

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

uma “federação” de “twitters”?

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máquinas de busca, há muitas. google, bing, yahoo [ainda], yandex [que domina o mercado russo], baidu [que é dona da china]… sem falar das alternativas específicas, como a que eu uso para buscar textos acadêmicos, www.scirus.com, feito pela fast search and transfer, hoje parte da microsoft [que pagou US$1.2B por ela em 2008].

redes sociais, há muitas mais. de netlog a bebo [quase sendo vendida pela AOL], de www.oro-aro.com a facebook, de hi5 a www.eons.com, uma rede social para a terceira idade, são tantas que você poderia desligar orkut de uma hora pra outra e não notar a falta dele depois de algum tempo, tantas são as alternativas.

o mesmo vale para infraestruturas de emeio, de blogs, de imagens [como flickr…], documentos, discos virtuais… e o que mais você quiser na web, menos para uma coisa: máquinas de status, o tipo de lugar onde todo mundo diz o que está fazendo e rolando agora e, a partir de lá, todo o resto do mundo sai atrás do que está acontecendo e volta pra relatar o que viu, comentar o que acha, o que queria que fosse e mandar, de quebra, galvão calar a boca. esta, só há uma, e ela é o twitter.

resultado? desde que começou, o twitter está sobrecarregado e não há nenhuma alternativa prática para ele. tudo bem, há identi.ca, que ainda por cima é software aberto, mas não “pegou”.

no twitter, é só nós [brasileiros, por exemplo] começarmos uma campanha qualquer [como o cala a boca, galvão!] que a coisa fica de joelhos. pra você que tá vendo a coisa de longe e diria… e daí, deixa isso pra lá e vamos brincar de outra coisa!… o problema é muito maior do que “brincar”; twitter se tornou parte essencial da statusfera, o lugar virtual distribuído no espaço [mas concentrado nele, twitter, e sincronizado no tempo] onde todo mundo se atualiza, a ponto de se poder dizer que, se não acontece no twitter, é porque não está acontecendo.

consequência? é preciso repensar o modelo do twitter; talvez não seja razoável ter um único sistema e única timeline [a linha de tempo do twitter]sincronizando todo o planeta. e isso da mesma forma que não há uma única empresa processando todos os emeios enviados: seriam perto de dois milhões por minuto! e, se houvesse, deveria estar sujeita a um órgão regulador na altura da ONU, tal a complexidade do que estaria fazendo e, claro, o poder que deteria.

o “problema do twitter” foi discutido recentemente por om malik, que lembrou um texto de 2009 onde já se propunha uma “federação de twitters”, uma rede articulada e resiliente de máquinas virtuais capazes de replicar o serviço [daí o rede, articulada] ao redor do planeta, de tal forma que uma queda parcial da infraestrutura [daí o resiliente] não tivesse o efeito o-mundo-está-acabando que rola, hoje, quando o twitter sai do ar.

isso porque todo mundo, até o bolão da galera do futweet, usa a autenticação do twitter como mecanismo de acesso ao jogo de palpeets. também, quem mandou o twitter disponibilizar uma API pra isso? ocorre que ontem, dia em que parece que todo mundo estava na rede e no twitter [e twitter resolveu atualizar o software], quem tentou dar um palpeet através do twitter dançou. dependência é isso aí.

pois é: o problema está aí e muita gente sabe como resolvê-lo. mas a solução, nestes casos, tem pouco a ver com a técnica pura e simples. há negócios, poder e política em cena e não vai ser nada fácil achar uma solução. a não ser que twitter se resolva e se torne o dono, o monopólio da statusfera mundial.

mas talvez o melhor, para todos e para twitter, não seja mesmo ele –twitter- dar conta de tudo, criando a oportunidade para que se empreenda uma solução em rede, de múltiplas operações do “tipo” twitter, capazes de se atualizarem mutuamente, usando protocolos abertos e possibilitando os usuários migrarem de uma para outra, junto com seus perfis.

ah, você diria… este seria o ideal, num mundo que não existe. pois é.  não existe mesmo. então, enquanto isso, aguente o twitter baleiando o tempo todo,,,

twitter joke whale down real whale

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

estratégia: seu negócio e as [ou nas] redes sociais [1]

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seu negócio é uma rede social. você é o que você segue; ou você é quem lhe segue; ou os dois. ou seja, você é sua rede social. de mais a mais, tudo é social. como se não bastasse, nunca antes na história desta rede [isso pega…] houve algo tão em rede como redes sociais. o problema, para a maioria das empresas é… qual deveria ser a estratégia de redes sociais do meu negócio?

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claro que você –no caso, sua empresa- poderia optar por uma estratégia do tipo “tessália”; não daria certo em todos os casos, especialmente se você não quisesse passar pelo BBB e aparecer nua numa revista masculina, provavelmente logo antes de desaparecer pra sempre do cenário. mas que é uma estratégia de um certo tipo de sucesso, isso é: ela e seu avatar tem trezentos mil seguidores no twitter. não há muitas empresas ou produtos brasileiros que tenham uma rede social deste tamanho. pensando bem… será que há alguma empresa ou produto brasileiros com a presença de rede social da tessália?…

lá fora, o @developerworks da IBM tem 28.745 seguidores, a @Microsoft tem 77.000… @Google Apps tem 28.898; o pessoal de computação, por acaso, não está bem na foto. mas a @JetBlue, o lado americano da azul, tem 1.589.785 seguidores; é só olhar pra conversação abaixo, que estava rolando no twitter deles ontem à noite, que você descobre por que: eles estão engajados em um permanente diálogo com seus usuários.

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mas… DNA corporativo não se transfere facilmente. veja como está o twitter da azul, o @voeazul, seguido por parcas 430 pessoas, que provavelmente já esqueceram que a coisa existe:

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numa rede social em tempo real, parte da statusfera, de contribuições instantâneas, espontâneas e explosivas [áudio de uma discussão entre @srlm e @fabiolacidral no CBN BITS da NOITE sobre estas características do twitter neste link], a AZUL criou um login no twitter quase dois anos atrás, postou dois comentários [tipo “estou viva” e “tenho um avião”] e sumiu.

a TAM [@TAMAIRLINES] tuita bem mais frequentemente e tem 64.340 seguidores, mas o assunto do seu perfil é quase só promoções: será que as pessoas estão dispostas a viajar a ponto de ficar esperando um tweet com uma liquidação de assentos… tipo para qualquer lugar? a  GOL, que está em @GOLcomunicação, tem um estilo mais perto de @JetBlue e, apesar de só ter 7.981 seguidores, parece realmente se envolver com seus clientes e resolver problemas através do seu perfil, como se pode ver na conversação abaixo.

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aliás, neste caso, a boa notícia pode facilmente se transformar em outra, nem tão boa assim: se houvesse um monte de seguidores e eles tentassem resolver seus problemas como está sendo feito acima, provavelmente o perfil seria inundado por conversas que não teriam nenhum interesse para a vasta maioria dos seguidores… o que poderia levar a uma perda de seguidores em massa.

falando em gente seguindo [na verdade se relacionando com] você ou seu negócio, no twitter ou em qualquer rede social, é certo que há estratégias para ter um monte de “seguidores”. mas o número de seguidores não é uma medida de importância ou influência no twitter; pra saber porque, veja o estudo Measuring User Influence in Twitter: The Million Follower Fallacy, de meeyoung cha et. al., cuja conclusão é que… indegree represents a user’s popularity, but is not related to other important notions of influence such as engaging audience, i.e., retweets and mentions… [and] that influence is not gained spontaneously or accidentally, but through concerted effort. In order to gain and maintain influence, users need to keep great personal involvement.

tradução? depois de estudar dois bilhões de links entre cinquenta e quatro milhões de usuários do twitter, o artigo conclui que… o número de seguidores representa a popularidade de um usuário mas não está relacionado a outras noções importantes de influência [no twitter] como o engajamento [de sua audiência], ou seja, o número de retweets e menções… ainda mais, não se ganha [no twitter] influência de maneira espontânea ou acidental, mas através de um esforço planejado e constante. para ganhar e manter audiência, os usuários tem que manter um alto grau de envolvimento pessoal [no twitter].

para generalizar, troque todas as instâncias de twitter, acima, por redes sociais e você terá uma boa idéia do que ocorre numa rede social qualquer. sim, mas… e se você quiser mesmo construir uma estratégia de redes sociais para sua empresa… como faz? amanhã, neste mesmo canal, voltamos ao assunto. até lá.

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PS: paula, nos comentários, corrigiu uma falha do texto acima: Sem entrar no mérito da questão, mas só pra corrigir uma injustiça, o twitter da azul é http://www.twitter.com/azulinhasaereas e eles são super atenciosos. Já os citei em minha timeline e me procuraram para saber o que houve e tentaram resolver meu problema.

EXATO. o blog resolveu "achar" os twitters das aéreas pelas máquinas de busca e chegou aos três que são citados acima [e há muitos outros]. a azul deveria ter "desligado" seu primeiro twitter, talvez. o @azulinhasaereas é seguido por 22.549 pessoas e é, ao contrário do que o blog disse acima, uma combinação de promoções e serviços; e usuários como a paula, como se vê, estão satisfeitos.

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sábado, 31 de outubro de 2009

tempo de twitinovação

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com a palavra, evan williams, CEO de twitter, talvez o negócio mais inusitado, improvável, querido e, quem sabe, do ponto de vista de retorno sobre investimento… entre os mais lucrativos do futuro próximo:

"Most companies or services on the Web start with wrong assumptions about what they are and what they’re for. Twitter struck an interesting balance of flexibility and malleability that allowed users to invent uses for it that weren’t anticipated."

…a maioria das companhias e serviços na web parte de pressupostos falsos sobre o que são e pra que servem. twitter atingiu um equilíbrio interessante entre flexibilidade e maleabilidade que permite inventar usos [do site, sistema] que não haviam sido antecipados.

agora ouça o que diz eric von hippel, autor de democratizing innovation, ninguém menos do que o líder do grupo de inovação e empreendedorismo da sloan school of management do MIT…

“Twitter’s smart enough, or lucky enough, to say, ‘Gee, let’s not try to compete with our users in designing this stuff, let’s outsource design to them’ ”…

…twitter é inteligente ou sortudo [ou esperto] o suficiente para dizer… “peraí, não vamos competir com nossos usuários no desenho deste negócio, vamos deixar que eles o façam, vamos terceirizar nossa inovação para nossa comunidade”.

image resumo? inove com seu público, seus usuários e clientes. mais: permita, crie espaços, entradas, infraestruturas para que sua comunidade se torne o motor de inovação do negócio. ela é parte essencial de sua empresa e cadeia de valor e sabe, ou vai descobrir, com você [se tiver chance e meios], o que é bom pra todos. e isso acaba sendo bom pra você, seu negócio e renda também.

caso contrário? todos se tornarão seus ex-usuários, serão parte de outra comunidade onde seja possível ser mais do que simples parte da audiência.

na web, aliás, audiência já era. pra sempre, aliás. ainda bem.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

web: cada vez mais sem fio, móvel e em tempo real

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em pouco mais de um ano, de agosto do ano passado a setembro último, o número de usuários da internet [nos EUA] que usa [de alguma forma] twitter pouco mais que triplicou, de 6 para 19%, como mostra o gráfico abaixo.

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e isso tem que ser comparado com 47% [em setembro, contra 29% em agosto de 2008] dos americanos [usuários da rede] que mantêm seu status, online, atualizado e disponível para seus pares e, às vezes, para o mundo todo.

tem mais: numa tendência que é mundial, 54% dos americanos têm conexão sem fio com a internet através de algum tipo de dispositivo, de consoles a celulares. destes, 25% usa twitter, contra apenas 8% do povo que está, literalmente, ligado à rede apenas por um fio qualquer.

um número muito grande de pessoas considera [gráfico abaixo] que estar conectado enquanto móvel é muito [ou de alguma forma] importante [81%] porque as conexões com outras pessoas se mantêm; 73% dá importância às conexões móveis porque podem acessar informação em movimento e 41% porque querem, de alguma forma, compartilhar informação enquanto fora de suas bases.

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pra terminar, quanto mais dispositivos conectados se usa, mais se “tuita” [vai estar no próximo aurélio…], como mostra o gráfico abaixo.

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resumo da ópera: quanto mais sem fio, móvel e com mais dispositivos à mão, mais as pessoas estão dispostas a usar e compartilhar informação com os outros

os dados são de um relatório do pew internet project, publicado em 21/10, twitter and status updating, fall 2009, e mostram o óbvio: somos gregários, mesmo [e especialmente] em movimento, temos raízes [mesmo em movimento] e, para onde vamos, levamos todo [ou boa parte d]o nosso contexto.

e nosso contexto, hoje [para quem já está na rede], são nossas conexões. as virtuais, em boa parte representando, online, as reais. daí, nada mais normal que… haja atualizações e leituras de status, em tempo real, móveis e cada vez mais intensas.

taí uma demografia pra quem estiver pensando em novos negócios na web. em breve, também e com muita intensidade, no .BR.

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domingo, 27 de setembro de 2009

propaganda “social” mais que duplica em um ano

os gastos americanos em publicidade “social”, na internet, já passam dos 100 milhões de dólares por mês. em agosto, foram US$108 milhões, 119% mais que no agosto de 2008. a explicação? 17% de todo o tempo gasto online, nos EUA, é investido em redes sociais. quase tres vezes mais, em agosto, do que há um ano.

image não resta nenhuma dúvida: as redes sociais “virtuais”, na internet, capturaram o que nós já sabiamos que somos, e há muito tempo. somos gregários, dependentes de contexto, especialmente de cenários, articulações, conversações e situações criadas por mais gente como nós.

daí pra mídia, propaganda e negócios virem atrás, é –foi- um passo. e o mesmo vai acontecer no brasil.

em agosto, orkut teve 27.9 milhões de usuários [segundo os critérios do ibope] só perdendo pra google [34.1 milhões] e superando os sites da microsoft e seus 27.7 milhões de usuários. detalhe: mesmo com seis milhões de usuários únicos a menos, a turma do orkut viu quase quatro bilhões de páginas a mais e praticamente empatou com google no tempo de uso. sem falar que esteve na rede social duas vezes e meia mais tempo do que o mesmo número de usuários dos sites da microsoft. rede social, relacionamento, construção coletiva de conhecimento… essa coisa pega. mesmo.

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e não é pouca coisa não. é o tipo de coisa que faz com que investidores aportem US$100 milhões no twitter, elevando o valor da rede social de microblogging para nada menos que US$1 bilhão, mesmo que não haja, até agora, receita à vista.

mas twitter, com seus mais de quarenta milhões de usuários, e sem nenhum competidor em sua classe, pode muito bem ser uma das plataformas que serão usadas, no curto e médio prazos, para um grande número de serviços pessoais, comunitários e corporativos. daí o interesse dos investidores. e do mundo de gente que já está lá. e que faz com que a rede tenha mais audiência [e, em certos casos relevância…] do que muito jornal antigo e, outrora, grande.

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quinta-feira, 16 de abril de 2009

qual é o próximo grande sucesso na rede?…

Tags:, , , , - srlm às 01:18

pesquisadores ingleses resolveram montar uma força-tarefa pra tentar prever qual será a próxima killer app [aplicação que mude tudo e atraia milhões, dezenas ou centenas de milhões de pessoas] na web. duvido muito do resultado do esforço. é provável, por outro lado, que eles só descubram qual será o próximo grande sucesso se construirem um…

ninguém previu twitter, youTube, faceBook ou orkut. estes serviços apareceram porque “estava na hora”: a tecnologia os tornava possíveis, a infraestrutura estava no lugar e o público tinha meios e tempo para usá-las. e isso levando em conta que twitter, por exemplo, não tem [ainda] a menor esperança de ter qualquer remuneração de seus milhões de usuários [ou de alguém que pague por eles]. e que google [veja abaixo] perde mais de três milhões de reais com youTube por dia.

enquanto twitter, pelo menos, está por aí, veja o que rolou no meu [twitter.com/srlm] nas últimas 36 horas. um aviso pros leitores que vão descascar o texto lá nos comentários e não conhecem twitter: cada mini-texto [tweet] só pode ter até 140 caracteres e o estilo é completamente informal, além de abreviado, e ninguém gasta "horas" pra jogar 140 caracteres no ar. se bem que tem gente pensando em escrever uma novela seriada, em diálogos de 140 caracteres, lá…

    eBay VENDENDO skype? http://tinyurl.com/d5ovrh, about 3 hours ago

    NO MEU BLOG >> o futuro e a vitória dos “nômades” [apres jacques attali]… http://tinyurl.com/cr4h2n, about 15 hours ago

    INFORMATICIDADE é muito mais do que CLOUD COMPUTING… http://tinyurl.com/chw5pj, about 15 hours ago

    o CPE ["chief philantropic evangelist"] de GOOG sai de cena. será que TODO o $ de filantropia tá indo pra YouTube? http://tinyurl.com/dk4uoq, 12:12 AM Apr 15th

    o FUNDO do POÇO? google PERDE US$1.65M POR DIA com youTube. algo entre $1 e $2 por visitante… uau! http://tinyurl.com/d4wsy7, 12:07 AM Apr 15th

    será que dá pra INVADIR e DETONAR a rede de distribuição de energia? nos EUA, dá. e AQUI?… http://tinyurl.com/d4znl6, 12:05 AM Apr 15th

    Dr Nisar Wani: "This is the first cloned camel in the world". direto de DUBAI. http://www.physorg.com/news…, 12:04AM Apr 15th

    em tempos de CRISE… Are Companies Protecting the Wrong R&D Investments? http://tinyurl.com/ce8c7x, 12:02 AM Apr 15th

    problema enfrentado pelo SPEEDY… >> "está sendo alisado pela Anatel"… http://tinyurl.com/dd6×4h, 11:24 PM Apr 14th

    twitter search: TWAZZUP >> gostei. muito legal mesmo!… http://tinyurl.com/dmwg3f, 12:32 PM Apr 14th

    alagoas digital: audio da palestra [out of sync] dos slides do ultimo tweet neste link… http://tinyurl.com/c7pdsk, 1:52 AM Apr 14th

    alagoas digital: slides de uma palestra sobre inovação [em e COM TICs] aqui: http://tinyurl.com/c56l5k, 1:51 AM Apr 14th

    Emerging Technology Watch: Implantable Telescope for the Eye… [fixing Macular degeneration?] http://tinyurl.com/cffvlb, 7:53 PM Apr 13th

    na internet, tv cultura, comeca o RODAVIVA com demi getschko… assunto: internet. o que mais poderia ser?… [eu nos entrevistadores...] 6:31 PM Apr 13th

    enGENEered viruses assemble into electrodes and make complete rechargeable batteries for the first time [!!!!!] http://tinyurl.com/cbf48n, 11:09 PM Apr 12th

    …most of the really innovative thinking about retail is taking place in Japan [?!?] http://tinyurl.com/ckuogv, 10:42 PM

    Apple has placed an order for 10-inch touchscreens from a Taiwan distributor for delivery in the third quarter… http://tinyurl.com/cyc9ap, 10:40 PM Apr 12th

    Under conditions, demand for a product and the cost of the next supplier’s capacity determine the market price. http://tinyurl.com/dm4qem, 10:39 PM Apr 12th

    VISA BLACK CARD. exclusive. to THREE MILLION PEOPLE?… não quero um… http://tinyurl.com/cnh79y, 10:37 PM Apr 12th

    APPLE is WORKING on a NETBOOK… and steve STEALTH jobs is RIGHT BEHIND it… or so SAYS THE WSJ. http://tinyurl.com/cyc9ap, 10:00 PM Apr 12th

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